sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O mundo e o milagre da vida

Uma reflexão singela sobre a vida dos homens, suas tristezas e alegrias.

http://www.youtube.com/watch?v=ga6_ynWF_ak

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A febre dos zumbis!


Assisti na FOX aos dois primeiros episódios de "The Walkind Dead". Muito bacana, vale a pena. Aliás, esse assunto "zombie" há bastante tempo está na moda. Talvez seja esse o sentimento das pessoas, principalmente dos jovens... de estarem alienados em um mundo cada vez mais estranho, como se estivessem mortos, mesmo estando vivos. Sei lá. Seja como for, lá vai a sinopse:

"‘The Walking Dead’
conta a história das semanas e meses que se seguem a um apocalipse zombie pandémico e acompanha um grupo de sobreviventes, dirigidos pelo agente da polícia Rick Grimes (Andrew Lincoln), que viaja em busca de um local seguro e a salvo.

Mas a constante pressão da luta contra a morte numa base diária torna-se num fardo bastante pesado, fazendo com que algumas pessoas desçam ao mais baixo nível da crueldade. À medida que Rick luta para manter a sua família viva, acaba por descobrir que o medo arrebatador dos sobreviventes pode ser bem mais perigoso que os zombies que vagueiam pelo nosso planeta.

A série conta com uma vertente cómica, presente nos desafios da vida num mundo controlado por zombies que muitas vezes levam a melhor sobre os sobreviventes, sendo que os conflitos interpessoais representam o perigo a que a sua sobrevivência está associada. Com o passar do tempo, as personagens vão sofrendo alterações, à medida que vão sendo expostas à morte, e algumas acabam mesmo por se dispor a fazer o que quer que seja para garantirem a sua sobrevivência."

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Um arremessador FREAK - Tim Lincecum

Vale a pena ver algumas imagens de um dos maiores (e estranhos) arremessadores que vi nos últimos anos, Tim Lincecum. Ele foi um dos responsáveis pelo título do San Francisco Giants, neste ano, na Major League Baseball. Dá-lhe FREAK!

domingo, 31 de outubro de 2010

Revivendo o passado com jogos de beisebol

Assistindo às finas da Major League Baseball, conhecida como "World Series", bateu a vontade de jogar um bom jogo de beisebol. Fui à procura e encontrei o 2kSports - Major League Baseball 2K10. Lembro de quando, ainda garoto, ficava passando horas jogando o RBI3, de Mega Drive. De lá para cá, os avanços nos games foram monstruosos e analisar essa evolução é muito bacana.

Olha só como era o RBI3:


































Lembro do dia em que o dono da locadora de games me disse: "Você é um dos únicos que alugam este jogo com frequência". Tinha lá mais de 100 registros de saída... eu era MUITO viciado.

Agora, com o novo game, estou lembrando dos velhos e bons tempos em que passava horas arremessando e rebatendo, correndo as bases e, claro, esbravejando contra os "hominhos" que não faziam direito as jogadas que eu queria. Como era legal bater um HOMERUN, roubar bases dando um "peixinho" ou um "carrinho", escutar as musiquinhas do game, as mesmas que até hoje tocam nos estádios americanos.

Os anos passaram e olha só a evolução dos jogos de beisebol:





















Incrível, não? Pois é... a coisa melhorou muito, mas ainda existem alguns bugs chatos, como, por exemplo, algumas movimentações de jogadores que não acontencem na vida real. Para quem assistiu à toda evolução dos games, a opinião é de que ainda há muito a melhorar. No entanto, a vontade e o prazer de passar horas na frente da telinha, arremessando e rebatendo, são os mesmos de sempre e é isso que me encanta nos videogames.

sábado, 2 de outubro de 2010

JOGO - Le Havre, de Uwe Rosemberg


Quando vi o “Le Havre” na estante de uma loja de jogos, pensei comigo: “Será que Uwe Rosemberg, como todos dizem, teve mesmo as manhas de criar mais um jogo de sucesso?”. E a resposta é sim, meus amigos. O criador de “Agrícola”, Top 2 no ranking do BoardGameGeek (já foi Top1 por um período), acertou a mão de novo. Lançado em 2008, “Le Havre” é um jogo econômico, com alto teor de estratégia. A história se passa na cidade costeira de Le Havre, na França.

Os jogadores são negociadores que procuram a melhor maneira de ganhar dinheiro por meio da aquisição de matérias-primas e pela compra de prédios e barcos que maximizam seus ganhos. Na cidade portuária, você compra peixe, couro, grãos, etc. Como não podia deixar de ser, a aquisição de um bom navio é essencial para uma boa campanha.

O jogo é divido por turnos. Quando tem a vez de jogar, você pode coletar os produtos à disposição no porto e, depois, realiza ações (descritas nas cartas) ou constrói prédios. Tudo envolve dinheiro – por isso, é importante planejar muito bem as jogadas.

O jogo é muito parecido com o “Agricola”, o jogo antecessor de Rosemberg. Assim como “Agricola”, “Le Havre” oferece aos jogadores uma sensação de “cobertor curto”, fazendo com que as partidas fiquem muito disputadas. Jogos de economia são um dos meus prediletos e este aqui vale ouro.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Alerta Google: somos todos Big Brothers!


Como se já não bastasse a incrível marmelada política brasileira, nosso país entrou agora na onda do "Google Street View". Com ele, qualquer pessoa, pela Internet, pode "passear" pelas ruas de SãoPaulo e visualizar, por meio de imagens de alta qualidade, as casas, as pessoas perambulando pela calçada, etc. Por enquanto, somente a capital foi "mapeada", mas há projetos de ampliação do sistema.

Viramos Big Brothers do mundo! Privacidade zero!
A questão é: até que ponto a tecnologia ajuda nossas vidas? Qual é esse limite?
O GPS, por exemplo, revolucionou o mundo, sendo bastante últil nas questões de localização. O Google Maps (sistema online de visualização de rotas) ajuda muita gente que precisa se deslocar de um ponto e outro.
Com o Google Street View, a empresa foi mais longe e atravessou um campo perigoso. Estamos tratando de invasão de privacidade, e isso é seríssimo.
Como não podia deixar de ser, a Alemanha e alguns países europeus foram contra essa iniciativa. No entanto, aqui, no Brasil, tudo pode.
George Orwell e seu livro "1984" nunca estiveram tão atuais. Se as pessoas do nosso Brasilzão ao menos conhecessem este livro não deixariam o Google sair fotografando nossa vida a torto e a direito. Mas... o Big Brother que conhecem é apenas o da Globo mesmo, com seus joguinhos e "diz-que-me-disse". É foda, MUITO foda.